eVerbary

Início / Português / Autopetição VAWA

Tradução certificada para a autopetição VAWA

A Lei de Violência contra a Mulher (Violence Against Women Act, VAWA) permite que o cônjuge ou o filho de um cidadão americano ou de um residente permanente, vítima de abuso por parte dele, ou o pai ou a mãe de um filho ou filha com cidadania americana, vítima de abuso por parte desse filho ou filha, protocole uma autopetição (self-petition) com o formulário I-360, o primeiro passo para o green card, sem que o agressor saiba, consinta ou participe. O USCIS considera qualquer prova crível, e boa parte das provas pode estar em outro idioma: as certidões de casamento e de nascimento, as sentenças que encerraram casamentos anteriores, as certidões de antecedentes criminais dos países onde o autopeticionário morou e os registros e as declarações sobre o abuso. Cada documento precisa de uma tradução completa para o inglês, com a certificação do tradutor de que ela é completa e exata e de que ele é competente para traduzir (8 CFR 103.2(b)(3)).

Fazer pedido — US$ 24,95/página Orçamento grátis

O USCIS decide

Formulário I-360; o cônjuge, o filho, o pai ou a mãe de um cidadão americano pode protocolar o pedido de green card, o formulário I-485, ao mesmo tempo.

Qualquer prova crível

Nenhum documento específico é obrigatório. Em geral, os oficiais dão mais peso às provas primárias, como os registros civis, e aos registros judiciais, policiais e médicos e a outros documentos oficiais.

Sigilo previsto em lei

A lei federal proíbe o Departamento de Segurança Interna (DHS), o Departamento de Justiça e o Departamento de Estado de divulgar informações sobre um autopeticionário VAWA, salvo exceções limitadas, e o USCIS envia a correspondência para um endereço seguro, se o autopeticionário pedir.

Em resumo

Autopetições VAWA em resumo
VAWA
Quem protocolaO autopeticionário: o cônjuge, o cônjuge putativo (intended spouse: alguém cujo casamento era inválido apenas porque o agressor já era casado) ou o ex-cônjuge de um cidadão americano ou residente permanente agressor (o ex-cônjuge, até 2 anos depois de um divórcio ligado ao abuso, da morte do agressor que era cidadão americano ou da perda do status do agressor por um episódio de violência doméstica); o filho solteiro menor de 21 anos de um cidadão americano ou residente permanente agressor; ou o pai ou a mãe de um filho ou filha agressor com cidadania americana e 21 anos ou mais. O filho pode protocolar depois dos 21 e antes dos 25 anos se o abuso tiver sido um dos motivos centrais do atraso. Cônjuges e filhos podem incluir os próprios filhos; pais e mães, não.
Quem decideO USCIS, que pode entrevistar o autopeticionário no escritório local (field office). O cônjuge, o filho, o pai ou a mãe de um cidadão americano pode protocolar o formulário I-485 junto com o I-360 ou depois; cônjuges e filhos de residentes permanentes esperam até haver um visto disponível.
O que é preciso provarUma das relações previstas na lei com um agressor que é cidadão americano ou residente permanente; agressão física (battery) ou crueldade extrema (extreme cruelty) por parte do agressor durante a relação (no caso de um cônjuge, também conta o abuso contra o filho dele ou dela); que o autopeticionário mora ou morou com o agressor durante a relação; bom caráter moral (good moral character); e, no caso de um cônjuge, um casamento contraído de boa-fé (Manual de Políticas). Segundo o Manual de Políticas (Policy Manual) do USCIS, uma conduta que magoa, por si só, não é crueldade “extrema”: os atos precisam refletir a intenção de obter ou manter poder e controle sobre o autopeticionário.
O que costuma estar em outro idiomaCertidões de casamento e de nascimento; as sentenças de divórcio, as anulações e as certidões de óbito que provam o fim de casamentos anteriores de qualquer um dos cônjuges; certidões de antecedentes criminais e registros judiciais de outros países; e os registros e as declarações sobre o abuso ou sobre a casa em comum, quando vêm de outro país ou de parentes que escrevem em outro idioma.
Regra da traduçãoTodo documento com texto em outro idioma precisa de uma tradução completa para o inglês, com a certificação do tradutor de que ela é completa e exata e de que ele é competente para traduzir (8 CFR 103.2(b)(3)).
Número de páginasCresce com as provas do abuso e da relação: declarações, registros judiciais e médicos, cartas. Uma certidão costuma ter uma ou duas páginas; uma sentença de divórcio ou um registro judicial pode ter várias.

Documentos que costumam precisar de tradução

Quais documentos entram na autopetição é decisão sua, do seu advogado ou do seu representante credenciado (accredited representative); traduzimos o que for escolhido, por completo, com todos os carimbos, selos e anotações manuscritas. Nas autopetições VAWA, os documentos em outro idioma costumam ser estes (os links levam a páginas em inglês):

Quem lê as traduções

O USCIS lê a autopetição e tudo o que é apresentado com ela, além da resposta a qualquer solicitação de provas (Request for Evidence, RFE; página em inglês); a regra para todas as traduções é o 8 CFR 103.2(b)(3). Quando um casamento terminou fora dos Estados Unidos, os oficiais consultam as páginas por país do Departamento de Estado; por isso, os nomes, as datas e as anotações de uma sentença de divórcio estrangeira são traduzidos exatamente como aparecem.

A lei federal proíbe o DHS, o Departamento de Justiça e o Departamento de Estado de divulgar informações sobre um autopeticionário VAWA, salvo exceções limitadas (8 U.S.C. 1367), e o USCIS envia a correspondência para um endereço seguro quando o autopeticionário informa um. Na eVerbary, só a equipe responsável pelo pedido de tradução e o tradutor designado para ele podem abrir os documentos, que ficam guardados nos Estados Unidos (veja, em inglês, a página de segurança).

Quantas páginas esperar

Uma folha do original é uma página, seja qual for o número de palavras; uma folha com texto nos dois lados conta como duas páginas, um documento de identidade com frente e verso conta como uma, e páginas em branco não contam. Uma certidão civil ou de antecedentes criminais costuma ter uma ou duas páginas; uma declaração, um registro judicial ou um laudo médico pode ter várias, e cada documento apresentado é traduzido na íntegra.

A maioria dos pedidos de tradução é entregue em poucas horas; de 1 a 3 páginas, em no máximo 24 horas. A entrega expressa leva cerca de metade do tempo.

Fontes oficiais

Cada requisito desta página foi conferido nestas fontes em 5 de novembro de 2026. As fontes estão em inglês.

Perguntas frequentes

Minha declaração está escrita no meu idioma. Precisa de tradução?

Sim. Uma declaração apresentada em outro idioma precisa de uma tradução completa para o inglês com a certificação, como qualquer outro documento. Se, em vez disso, ela for escrita em inglês com a ajuda de um intérprete, veja, em inglês, intérpretes para declarações de VAWA e do visto U.

As mensagens do agressor precisam ser traduzidas?

Sim, cada uma que for apresentada em outro idioma precisa ser traduzida por completo e como foi escrita. Quais apresentar é decisão sua ou do seu representante.

Quem vê meus documentos?

Só a equipe da eVerbary responsável pelo pedido de tradução e o tradutor designado para ele; os documentos ficam guardados nos Estados Unidos (veja, em inglês, a página de segurança).

As traduções precisam ser notarizadas?

Para o USCIS, não: o 8 CFR 103.2(b)(3) pede a certificação do tradutor, não a de um notário. Se outro órgão pedir notarização, custa US$ 34,90 por pedido de tradução.

Está com os documentos em mãos?

Envie os documentos e veja a contagem de páginas, o preço e o prazo de entrega antes de pagar.

Páginas relacionadas